ago 16

O Comitê Gestor da ICP-Brasil solicitou que a Comissão Técnica da ICP-Brasil (COTEC) estude a criação de alternativas para o uso de certificados digitais na TV Digital. O encaminhamento foi feito em resposta ao Fórum Brasileiro de Televisão Digital (SBTV) que aposta na assinatura digital dos códigos dos aplicativos de interatividade desenvolvidos por diversas empresas como forma de garantir a autoria e a responsabilidade civil.

Uma das propostas a ser avaliada pela COTEC será a criação de uma cadeia de certificação específica para a TV Digital, pois as existentes demandam banda maior do que a disponível para as transações. Na reunião do Comitê Gestor, realizada no último dia 10, foi deliberado também que a COTEC crie um grupo de trabalho para estudar a gestão e os certificados de atributos. O prazo dado fica até o início de novembro para que a COTEC apresente os resultados destes trabalhos para o CG-ICP.

Também foi aprovada a proposta para alteração do DOC – ICP -03, que trata dos critérios e procedimentos de entidades integrantes da ICP-Brasil, modificando os critérios de avaliação financeira e econômica utilizados para autorizar, ou não, a continuidade das atividades ou o credenciamento de novas empresas na ICP-Brasil. O patrimônio líquido das empresas também foi aumentado para R$ 2,5 milhões para Autoridades Certificadoras de primeiro nível, R$ 1 milhão para as ACs de segundo nível e permaneceu em R$ 100 mil para as Autoridades de Registro. As alterações serão publicadas no Diário Oficial da União.

Fonte: Convergência Digital

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ago 16

O assessor especial da Presidência da República para a área de políticas públicas em Comunicação, André Barbosa, disse que a TV digital não concorrerá com a internet no Brasil, ao contrário do que está ocorrendo na Europa e nos Estados Unidos.

Segundo ele, no Brasil essas tecnologias serão convergentes e complementares.

“O Brasil adotou uma posição diferente da que vem sendo praticada em países europeus e nos Estados Unidos, que é a de dar fim à comunicação aberta e de estimular as TVs pagas”, disse Barbosa à Agência Brasil.

“Eles vêm, ainda que aos poucos, caminhando no sentido de pôr fim à comunicação aberta e gratuita. E acreditam que, no futuro, internet e televisão se fundirão até se tornarem a mesma coisa. Nós não pensamos assim,” prosseguiu.

Convergentes e complementares

“Broadcasting [TV] e banda larga [internet] não são a mesma coisa. Uma coisa é você fazer uma conexão que parte de um ponto específico e vai para todos os demais pontos. Outra coisa é você conectar um ponto a outro. Essas tecnologias podem até assimilar recursos uma da outra, mas não têm como se tornarem a mesma coisa, até porque a internet não vai substituir a produção audiovisual das TVs, que tem por base o cinema,” prevê Barbosa.

Ele disse ainda que a tecnologia nova não vai substituir a antiga porque elas podem ser convergentes e complementares. “Ao ser integrada à banda larga [na forma como o padrão adotado pelo Brasil], as TVs digitais passarão a ser também uma ferramenta de inclusão digital bastante eficiente por já estarem presentes em diversos lares”.

Fonte: Inovação Tecnologica

———————————————


Fonte: Olhar Digital

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ago 10

Apesar de apostar em novos modelos de serviços – está desenvolvendo aplicativos para unir a TV tradicional aos novos dispositivos móveis – a operadora não prevê, num curto prazo, a incorporação do ginga, o middleware da TV digital, no seu conversor. Uma das justificativas é a falta de padronização.

“Estamos conversando com o Fórum SBTVD e temos que levar para o nosso assinante todas as facilidades da TV aberta, e o ginga será uma delas mais à frente, com a interatividade, mas é preciso trabalhar mais para termos uma interface de software mais amigável, além de outras questões voltadas à incorporação dele ao nosso conversor”, detalhou Márcio Carvalho, diretor de Serviços da Net, durante a ABTA 2010, evento que acontece na capital paulista.

O executivo informou ainda que participa de reuniões com o Forum SBTVD para tentar alinhavar uma estratégia comum para fomentar o uso do Ginga nos conversores da Net. Indagado se a ida da operadora para o desenvolvimento de novos aplicativos, entre eles, a possibilidade de o assinante levar a programação da TV para diferentes dispositivos, como o iPad, o iPhone e outros smartphones, não seria já uma frente para evitar a perda de assinantes para a TV aberta, com o SBTVD, o padrão nipo-brasileiro de TV, Carvalho disse que a competição é salutar e chegará, principalmente, nas classes de menor poder aquisitivo.

“O HD foi e é um diferencial, como já o foi ter uma imagem de ótima qualidade. Serviço será sempre o melhor caminho e o nosso projeto prevê, inclusive, a oferta de produtos por meio da computação em nuvem. O grande desafio, agora, além de reunir a tecnologia é o de estabelecer um modelo de negócio que o viabilize e tenha um preço que atraia o consumidor”, pondera.

Sobre os aplicativos integrando a TV com dispositivos móveis, Carvalho não quis estimar um tempo para a realização de pilotos. “É preciso cautela com esses serviços. Acredito que se tudo correr dentro do previsto, em um ano possamos começar a deixar o caráter experimental e passar para testes práticos, com consumidores”, completa Márcio Carvalho.

Fonte: Convergência Digital

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ago 06

O III Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico – Consegi 2010 acontece nos dias 18 a 20 de agosto de 2010, em Brasília (DF). O evento será realizado pela Escola de Administração Fazendária – Esaf do Ministério da Fazenda, em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados – Serpro.

O Consegi é um importante espaço para promover a troca de experiências e informações entre instituições da Administração Pública, sociedade civil organizada e representantes de países parceiros.

Segue algumas palestras sobre TV Digital

Dia 19/08/2010

Palestra

Sistemas e Aplicações livres: Desenvolvimento e Uso
A evolução de Lua (The evolution of Lua)

  • Roberto Ierusalimschy

Coordenação de mesa:

  • Leandro Gomes

Oficina

Governança, Gestão e Estratégia voltado para o paradigma de nuvem
Oficina: Ginga

Nível: Iniciante

  • GUIDO LEMOS DE SOUZA FILHO
  • Erisvaldo Gadelha Saraiva Júnior

Coordenação de mesa:

  • Marcelo Dantas Júnior

Dia 20/08/2010

Oficinas

Multimídia e Meios Convergentes
Oficina: Desenvolvimento de Aplicações Interativas utilizando Ginga/NCL e Lua – Projeto “TV Digital – Social

Nível: Iniciante

  • Marco Antonio Munhoz da Silva
  • Roger Fonseca Nogueira

Coordenação de mesa:

  • Marcelo Dantas Júnior

Site do Consegi: http://www.consegi.gov.br/

Programação completa: http://www.consegi.gov.br/programacao

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ago 03

Livro: TV Digital Interativa: conceitos, desafios e perspectivas para o Brasil
Resumo: O livro aborda de forma introdutória os principais conceitos relacionados ao tema como: o que è TV digital e TV interativa; sua relação com a Sociedade da Informação; o porquê da transição para o modelo digital; quais os componentes de um sistema de TV digital; as experiências estrangeiras e os padrões já estabelecidos.
Autores: Valdecir Becker e Carlos Montez
Editora: Editora da UFSC
Site: http://www.tvdigitalinterativa.ufsc.br/

Livro: Tv Digital.Br Conceitos e Estudos Estudos Sobre o ISDB-TB
Resumo:  A TV digital se materializa em dispositivos multiformatos e em incontáveis configurações de tela. Quem poderia imaginar que um dia se viabilizaria tal avanço tecnológico na comunicação? É o que esta obra tenta revelar, mostrando aos leitores as características da interatividade da imagem digital e dos sistemas sonoros multicanais
Autores: Valdecir Becker e Sebastiao Squirra
Editora: Atelie Editorial

Livro: Tv Digital e Produção Interativa: A Comunidade Manda Notícias
Resumo:  O livro apresenta um modelo para produção e envio de vídeos para permitir que o telespectador ou sua comunidade possam participar da programação de uma emissora de TV. O modelo faz uma associação entre o uso de equipamentos evoluídos tecnologicamente e a produção de conteúdo de interesse da comunidade; a capacitação técnica e novas formas de expressão de valores comunitários.
Autor: Fernando Antonio Crocomo
Editora: UFSC

Livro
: User-Centered Interaction Design Patterns for Interactive Digital Television Applications
Resumo:  Quando uma nova tecnologia – como a televisão digital interativa – é apresentada a um público mais amplo, a facilidade de uso é muitas vezes crítica para o sucesso. Centrando-se sobre estas questões de usabilidade com o objetivo de apoiar a aceitação do usuário para a TV interativa, o autor prevê orientações claras para projetar as interfaces de usuários em aplicações de televisão interativa.
Esta orientação é apresentada sob a forma de padrões de projeto, e uma nova abordagem é a proposta que ajuda os designers e desenvolvedores explorar alternativas de projeto e avaliar os trade-offs que necessitam ser feitos, a fim de maximizar a usabilidade.
Autor: Tibor Kunert
Editora: Springer

Livro: Programando em ncl – Desenvolvimento de aplicações para middleware ginga, tv digital e web
Resumo: O livro Programando em NCL oferece uma visão passo a passo da linguagem, desde a concepção de aplicações bem simples, até as mais complexas, envolvendo adaptação de conteúdo, o uso de múltiplos dispositivos de exibição em redes residenciais, e produção de conteúdo ao vivo, viabilizando as chamadas redes sociais.
Autores: Luiz Fernando Gomes Soares e Simone Diniz Junqueira Barbosa
Editora: Campos

Livro: Programming in Lua
Resumo: É abrangente como o manual, no entanto trata os assuntos de forma mais didática, proporcionando uma leitura mais agradável e de fácil entendimento.
Autor: Roberto Ierusalimschy
Editora:  Lua.org
Site: http://www.lua.org/pil/ (livro dispónivel on-line na 1 edição)

O Manoel Campos disponibilizou no seu blog um arquivo com vários Artigos, Tutoriais e Links sobre Ginga NCL

Title: Artigos, Tutoriais e Links sobre Ginga NCL
Caption: Artigos, Tutoriais e Links sobre Ginga NCL
File: tutoriais-ginga-ncl.zip
Size: 13 MB

Façam boas Leituras!!!!!!

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ago 03

Disposta a ter influência no mercado de soluções para o  SBTVD, o padrão nipo-brasileiro para TV Digital, o governo da Argentina investe no fomento da área de software, com atenção especial para as pequenas e médias empresas desenvolvedoras de soluções. O aporte liberado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia foi de US$ 77 milhões.

De acordo com as informações oficiais, as propostas das empresas interessadas em obter o financiamento podem ser encaminhadas ao governo até o dia 20 de outubro. O subsídio cobrirá até 50% do custo com o desenvolvimento de aplicações. O edital, batizado de Fonsoft TVD 2010, é patrocinado pela Agência Nacional de Promoção Científica e Tecnológica.

Um diferencial da iniciativa é a possibilidade de empresas interessadas se associarem para elevar o montante a ser recebido, desde que esse valor não ultrapasse a marca de US$ 153 milhões. Também poderão ser apresentados mais de um projeto. Vale lembrar que a Argentina está fomentando o desenvolvimento do Ginga NCL.

No final desse mês, inclusive, durante o SET 2010, na capital paulista, há a intenção do Brasil de liderar uma harmonização do desenvolvimento do Ginga, o middleware de interatividade para a TV Digital no SBTVD. Desde que optou pelo padrão nipo-brasileiro, a Argentina desencadeou uma série de políticas para obter um lugar de destaque no cenário de fornecimento de tecnologia. O país, por exemplo, subsidia a produção de conversores de sinais.

Fonte: Convergência Digital e NexTV Latam

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jul 29

A entrevista foi dada a jornalista Cristina De Luca do site IDGNOW.

Na conversa, o “pai do Ginga” (o professor Luiz Fernando Soares, da PUC-Rio) voltou a revelar alguma preocupação com a  necessidade de testes de conformidade  das implementações do middleware já existentes em relação às normas, para assegurar a compatibilidade das aplicações interativas com os produtos usados para rodá-las.  E também com fato de só uma empresa, até agora, ter desenvolvido uma implementação do Ginga completo.

Do ponto de vista da disseminação e consolidação do padrão brasileiro de interatividade, seria bom que outras também o fizessem.

Como já há algum tempo venho solicitando uma entrevista com o professor, ele autorizou a publicação da conversa aqui.

Como um dos criadores do middleware Ginga, como o senhor vê hoje o mercado?
Ao mesmo tempo feliz e preocupado, mas muito mais preocupado que feliz. Feliz por ver finalmente o middleware, tanto em dispositivos fixos quanto portáteis. Preocupado, pelo fato de só termos uma única implementação para fixos. Para os portáteis nós temos pelo menos a implementação do Ginga-NCL dos portáteis da LG, a dos portáteis da Nokia e a implementação de referência feita pela PUC-Rio. Já para os terminais fixos a versão completa com o Ginga-J, até onde eu conheça, só existe na implementação da TQTVD, rodando em plataformas de mais de um receptor. As outras implementações, encontradas em alguns set-top boxes, só oferecem o Ginga-NCL e, portanto, não são completas conforme o padrão brasileiro.

Por que essa situação, comum em segmentos novos de mercado, pode ser um risco?
Por que uma única implementação sem ter ainda os testes de conformidade do Ginga pode causar um estrago muito grande se não for conforme e, mesmo sendo, para o consumidor, é péssimo não haver concorrência. O governo deveria atentar pata esse fato em sua política industrial para TV digital.

As implementações do Ginga-NCL nos portáteis são conformes?
Não sei te dizer. A PUC-Rio não fez nenhuma análise em nenhuma implementação, seja para fixos ou para portáteis. Se formos chamados para fazer, faremos, desde que seja oficialmente pedido pelo governo ou algum órgão fiscalizador da sociedade.
Os portáteis me preocupam um pouco menos, porque só têm o Ginga-NCL, e para o Ginga-NCL temos mais de uma implementação comercial, como disse.

Já que tocamos no ponto de conformidade, muito se tem reclamado, nas várias listas de discussões e em blogs, sobre as implementações Ginga hoje no mercado, e também das aplicações transmitidas. Como o senhor vê a situação?
Como eu disse, nós da PUC-Rio não podemos afirmar se tem implementações de middlewares conformes ou não, pois não fizemos os testes.
Quanto às aplicações, nós temos feito testes sim, mas só para os próprios proprietários das aplicações que nos pedem para atestar que suas aplicações são conformes à Norma do Ginga-NCL. Não fazemos testes que não sejam pedidos pelos proprietários das aplicações. Podemos fazer sim, desde sejam oficialmente pedidos pelo governo ou algum órgão fiscalizador da sociedade.

Pelo que entendi de suas respostas, com um único fabricante no mercado de receptores para o Ginga completo pode-se correr o risco de todas as aplicações criadas se preocuparem em rodar apenas nele, estabelecendo um padrão de fato?
Se ele não estiver conforme, corremos sim, caso o governo ou algum órgão de defesa do consumidor não tomem providências, se for o caso. Isso pode sempre acontecer com qualquer produto com uma única implementação. Essa é uma das minhas preocupações com relação aos terminais fixos, além do fato de a não concorrência, no final, prejudicar aos consumidores.
Mas os instrumentos estão aí. Mesmo não se estando ainda prontas as normas para testes de conformidade do subsistema Ginga-J, as Normas do Ginga como um todo estão prontas e devem ser obedecidas. Verificar que um produto é conforme precisa da suíte de testes, mas verificar se não é conforme é bem mais fácil, basta falhar em um teste.
Aliás, é bom que se diga, não existe uma implementação garantidamente conforme; existe uma implementação conforme segundo uma determinada suíte de testes que deve, aos poucos, incorporar novos testes, ao se detectarem não conformidades.
Como não são completas, é bom que se tenha mais de uma suíte de testes também. Não gosto nem de imaginar: um único fabricante e uma única suíte de testes. Nem uma coisa nem outra; o governo e nós, a sociedade, temos a obrigação de zelar para que isso não aconteça. Se acontecer, e eu digo se, o governo será responsabilizado e nós também, além de pagarmos o preço como consumidores.

Mudando de assunto, como criador do Ginga-NCL, como o senhor vê a decisão Argentina de adotar só o Ginga-NCL e agora dizem que também a Bolívia?
Primeiro eu não vi em nenhum lugar oficial que a Argentina ou a Bolívia tenham adotado só o Ginga-NCL e acho que isso não é verdade.
O que a Argentina fez foi partir inicialmente só com o Ginga-NCL e foi uma atitude corretíssima e séria do governo Argentino, na minha opinião. Correta porque, visando a criação de empregos locais, a indústria local e o consumidor local, eles decidiram que enquanto não dominarem os processos do Ginga-J e não existir mais de um fornecedor da tecnologia no mercado, eles ficam apenas com o Ginga-NCL, que eles já dominam e, hoje, no mesmo nível, se não maior, que as empresas brasileiras, exatamente por terem tomado essa atitude correta. Isso não significa, entretanto, que eles estão parados e nem que não vão caminhar para o Ginga completo. Significa apenas que o farão com controle. Uma decisão correta que eu parabenizo o governo daquele país.

Mas no encontro em agosto o governo brasileiro vai tentar que eles mudem de posição..
Eu não acredito nisso. O que o governo brasileiro quer, no meu entender, é discutir uma processo de harmonização. Pode até ser, embora eu não creia que isso vá acontecer, que a harmonização seja, no fim, o Ginga-NCL.
Enfim, o que o governo brasileiro quer, no meu entender, é uma harmonização que pode acontecer no médio prazo, quando todos dominarem as tecnologias. Isso é o máximo que se pode querer sem ferir a autonomia dos países. O resto é desejo de empresas que querem dominar o mercado de forma geral e vêm na concorrência uma ameaça. Felizmente, por enquanto, isso não está prevalecendo. Começar só com o Ginga-NCL não deixa legado. Pior foi começar com o “zapper”, como fizemos.

Por falar nisso, como anda a padronização do Ginga-NCL no ITU-T?
Vai muito bem. Nossa vida internacional, por incrível que pareça, é muito mais fácil que a nacional, porque lá basta apenas mostrar nossa qualidade e nisso o Ginga-NCL é muito forte, e espero que continue evoluindo e que mantenha essa posição.
Recentemente a implementação da PUC-Rio foi reconhecida como a implementação de referência do ITU-T. Estamos correndo para melhorá-la ainda mais e torná-la ainda mais completa.
A suíte de testes do Ginga-NCL proposta pela PUC-Rio foi aprovada como Draft ITU-T ( note que ela existe no ITU-T), e a PUC-Rio foi encarregada de sua implementação, o que está fazendo coordenando os trabalhos que vêm sendo executados junto com outras empresas e órgãos de regulação, em âmbito internacional.

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jul 22

O Fórum Internacional Software Livre (fisl) é considerado o maior encontro de comunidades de software livre da América Latina e um dos maiores do mundo.

Neste ano, o 11º Fórum Internacional Software Livre – fisl11, acontece de 21 a 24 de julho, no Centro de Eventos da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS, Av. Ipiranga, 6681 – Partenon – Porto Alegre/RS – CEP: 90619-900.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA AQUI!!
Site Oficial:http://softwarelivre.org/fisl11

Confira ao vivo os canais do evento
 
TV software livre Rádio software livre
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jul 11

O Módulo Técnico do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital já está debruçado sobre mais uma tarefa primordial para a implantação de TV Digital interativa no país: a especificação da suíte de testes para certificação de receptores interativos, de modo a garantir compatibilidade e interoperabilidade.

“Nossa meta é ter o primeiro esboço da suíte de testes pronto para ser submetido ao Conselho Deliberativo do Fórum em três a quatro meses, a contar de hoje. Uma vez aprovado o esboço, começa o trâmite normal para aprovação e publicação da especificação padrão pela ABNT”, afirma Ana Eliza Faria e Silva, coordenadora do Módulo Técnico, lembrando que essa meta atende a um cronograma agressivo, diante da complexidade do trabalho. Segundo ela, só a documentação da suíte de teste do módulo NCL já tem mais de mil páginas. Comparada à norma, que tem cerca de 300 páginas, dá para ter uma noção de como é um trabalho muito mais detalhado.

Desde o ano passado, o Módulo Técnico vem trabalhando no desenvolvimento dessa especificação. Há um grupo de trabalho constituído, com presença de representantes dos segmentos de recepção, radiodifusão e software em sua estrutura, uma metodologia e tarefas definidas.

E, embora a redação da especificação exija algum esforço, não é nada se comparada às discussões que já começam a acontecer sobre o que fazer com ela. Vai virar código base? Um produto do próprio Fórum SBTVD, que não comporta hoje, em sua constituição, um investimento financeiro dessa magnitude? Um produto entregue pelo Fórum SBTVD a uma instituição certificadora independente, para emissão de um selo de conformidade? Ou a um consórcio, como acontece hoje com a certificação MHP no âmbito do Consórcio DVB?

Há quem defenda a tese de que cada fabricante seja responsável pelo desenvolvimento de sua própria implementação da suíte de testes, a partir da especificação criada pelo Fórum. Há interesse de algumas empresas de software em transformar essa suíte em mais um produto. Mas há que, dentro do próprio Fórum, veja aí um conflito de interesse, principalmente entre as empresas que já vendem hoje implementações do próprio middleware.

“Do ponto de vista técnico, o ideal é que o desenvolvedor da suíte de teste não tenha qualquer relação com o desenvolvedor do middleware”, argumenta Ana Eliza, quando provoco. “Mas isso é uma outra discussão, que cabe ao Conselho Deliberativo”, completa, lembrando que nas últimas deliberações do Conselho ficou claro a necessidade de se ter a especificação da suíte de testes o mais rápido possível. Apenas isso.

“Há níveis de testes e de certificação que dependem dela. E caberá ao Fórum o encaminhamento ao mercado”, diz Ana Eliza, lembrando que o tema deverá ser um dos temas em discussão no próximo congresso da SET, marcado para o fim de Agosto, em São Paulo.

Fonte: IDG NOW

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jul 08

Mais um país da América Latina adotou o sistema nipo-brasileiro de TV digital. Dessa vez, o anúncio foi feito pelo governo boliviano. O país testou o modelo e também optou pelo ISDB-Tb em função do desempenho registrado. Com isso, a Bolívia se junta ao conjunto de países que utilizam o padrão: Brasil, Costa Rica, Argentina, Chile, Peru, Equador, Venezuela, Paraguai e Filipinas, além do Japão, que tem a primeira versão do ISDB-T. O governo brasileiro espera ainda um anúncio sobre o padrão escolhido por parte de países africanos como Moçambique, Namíbia, África do Sul e Angola, onde o ISDB-Tb está também sendo considerado.

Fonte: Tela Viva

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